Novo protocolo compartilhado auxiliará relação médico-paciente  
  Data de publicação: 04/10/2011  
     
 

O Protocolo Informativo e Compartilhado em Cirurgia Plástica trará consequências positivas e segurança, tanto para os profissionais de saúde como para os pacientes, porque estimula a troca de informações entre ambos. Segundo o conselheiro do Cremesp e presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, José Yoshikazu Tariki, o principal objetivo da nova diretriz é "melhorar a relação médico- paciente", visando reduzir eventuais conflitos.

O novo protocolo, divulgado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), em 12 de maio, estabelece  exigências mais criteriosas para a prática de cirurgia plástica. O formulário deve ser preenchido, por médico e paciente, e requer dados referentes à patologia, indicação, exames pré-operatórios, avaliação pré-anestésica, ato cirúrgico, remoção e pós-operatório. Dados sobre a qualificação profissional, local de atendimento e equipamentos também são exigidos.

Como está explicitado no próprio nome, "o protocolo informa e compartilha os cuidados que serão tomados ao longo do procedimento cirúrgico", lembra Tariki. "Será uma maneira de o paciente conhecer a conduta do profissional, aumentando a segurança do processo", completou.

Ainda de acordo com Tariki, a padronização das ações médicas também é um ponto relevante da nova diretriz.  "Com a uniformização da conduta, os cirurgiões plásticos terão um roteiro a ser seguido, promovendo uma rotina de trabalho. A sistematização se transformará em obrigação", concluiu.

Fonte: Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo

 
     
   
 

 

 

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